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Envelhecimento Digital

Provavelmente você sabe que a radiação UV faz mal à pele, mas talvez ainda desconheça que aquilo que está a deixando com aparência mais envelhecida são os raios HEV (High Energy Visible ou Alta Energia Visível). E de onde vêm eles? De todas as tecnologias que se tem em casa.

Também conhecida por luz azul, os raios HEV são a radiação do espectro de luz visível com comprimento de onda compreendido entre os 380nm (azul-violeta) e os 500nm (azul-turquesa). Essa luz provém naturalmente da luz do sol e artificialmente da luz LED dos nossos dispositivos eletrônicos como smartphones, tablets e computadores. “O sol emite mais luz azul do que esses aparelhos mas, hoje em dia, costumamos ficar mais tempo na frente deles, cerca de 6 a 10 horas por dia do que ao ar livre.”, explica o dermatologista Dr. Alberto Cordeiro (CRM 125.757)

A luz azul consegue ser mais perigosa do que o UVB e do que o UVA. Este tipo de luz atinge outros níveis de profundidade, o que significa que tem a capacidade de danificar o colágeno, o ácido hialurônico e a elastina da pele, promovendo o envelhecimento precoce.

Por outro lado, esse tipo de luz vem sendo usada para tratar algumas doenças como a acne. “O problema está na superexposição, que pode ser facilmente notada: se antes os locais de pigmentação eram mais comuns no centro da face (onde a exposição solar é maior), agora são vistos também nas laterais do rosto e na região à frente das orelhas, onde apoiamos o telefone.”, alerta o dermatologista (CRM 125.757)

Para se proteger, o ideal é usar filtros solares contendo óxido de ferro em sua composição, que formam uma barreira física contra a luz visível. O produto deve ser aplicado de manhã e reaplicado na hora do almoço. Também é recomendado o uso de antioxidantes tópicos e orais para reforçar a proteção.

Marque uma consulta e conheça os tratamentos indicados para o seu tipo de pele.

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